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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Competências Essenciais do Departamento Jurídico

Definir qual é a competência essencial do departamento jurídico está atrelado ao seu contexto organizacional, ou seja, cada estrutura jurídica interna, consoante o negócio no qual está inserida, possuirá suas próprias peculiaridades que determinarão suas competências essenciais.

O termo "competências essenciais" abrange a admirável tarefa de pensar intensamente sobre onde o departamento jurídico poderá melhor auxiliar seus clientes internos. Depois de encontrada a resposta, será o momento de organizar os recursos e talentos do jurídico na direção desse “melhor auxílio”. Isto tudo significa direcionar a atenção à produtividade, à satisfação do cliente e ao valor produzido com o serviço jurídico. A essência consiste, basicamente, em um departamento jurídico bem gerenciado.

Para aprofundar o assunto veja o artigo Journey to the Center of Work.

Profissionalização da Gestão x Gestão Intuitiva

Ainda sobre a entrevista Não seja enganado por você mesmo, com o professor Max Bazerman, especialista em decisões gerenciais da Harvard Business School, faço alguns apontamentos sobre o gerenciamento meramente intuitivo.

O referido professor aponta o viés cognitivo chamado “viés da âncora” que significa a tendência da mente de ancorar os pensamentos irracionalmente, contra dados e informações que possam ser relevantes. O exemplo citado na entrevista é o seguinte: “imagine que a última joint venture feita pela empresa foi muito bem. Isso vai ancorar a decisão do executivo, mesmo que a operação em questão agora seja completamente distinta”.

Para a realidade dos departamentos jurídicos, os gestores que estão acostumados a gerir meramente pelo processo intuitivo, sem dar espaço para uma gestão profissionalizada e mais racional, podem impedir a evolução do departamento jurídico. As experiências passadas bem sucedidas não serão sempre uma receita de sucesso para o atual ambiente vivenciado pelos departamentos jurídicos em que há um afastamento do jurídico de sua antiga posição de mero centro burocrático para um reposicionamento em funções estratégicas dentro das companhias, com influência direta sobre os processos decisórios da alta gerência.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Dez Equívocos dos Gestores do Departamento Jurídico

Li o post Ten dumbest things GCs can do as managers of the law department e faço uma tradução livre dos dez equívocos dos gerentes do departamento jurídico:

1. Má administração das pessoas no departamento jurídico;
2. Não moldar o comportamento que espera de sua equipe;
3. Permitir que os clientes internos contratem e gerenciem os escritórios de advocacia para trabalhos relevantes;
4. Acreditar que os sistemas – não as pessoas – controlam os custos da assessoria externa;
5. Implementar tecnologias sem antes melhorar os processos de trabalho;
6. Depender apenas do “feedback” informal do cliente para medir sua satisfação;
7. Considerar que ser um bom advogado é tudo que importa;
8. Gerir sem métricas;
9. Organizar os advogados por matéria jurídica da faculdade de direito em vez de ordená-los por equipes ou unidade de negócios;
10. Usar apenas o sistema de contas a pagar para medir os custos.