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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pesquisa Mundial de Indicadores para Benchmark de Departamentos Jurídicos

O Blog Gestão de Departamento Jurídico gostaria de convidar seus leitores a participar da Pesquisa Mundial de Indicadores para Benchmark de Departamentos Jurídicos. Esta pesquisa consiste em coletar algumas informações (tais como número de advogados corporativos, despesas com equipe e advogados externos, etc.) no intuito de gerar dados para que os departamentos jurídicos possam usufruir de mais elementos para tomada de decisões sobre, por exemplo, contratação de advogados, redução de custos com assessoria externa, etc. Ademais, ao responder a pesquisa será possível comparar seu departamento jurídico com os demais participantes, a fim de identificar similaridades e possibilidades de melhorias.

A pesquisa será o maior estudo sobre o assunto e é referência mundial sobre indicadores para benchmarks dos departamentos jurídicos. No ano passado, o estudo teve a adesão de 813 empresas (incluindo 7 empresas brasileiras). Neste ano a expectativa é de que ultrapasse o número de 1.000 empresas participantes.

Além da possibilidade de obterem dados para a gestão de seu departamento jurídico, os participantes da pesquisa receberão, gratuitamente, o relatório geral da pesquisa e uma comparação dos dados de 2009-2010. Somente serão cobradas eventuais solicitações de relatórios personalizados.

O relatório final contém 60 páginas, com mais ou menos 25 gráficos e 5 tabelas, informando os principais indicadores por país, setor empresarial, receita e outras referências. Caso existam mais de 6 participantes de um determinado Estado do Brasil, poderá ser solicitado relatório específico por Estado. Este relatório estadual não será cobrado.

Realização:

A pesquisa é conduzida por Rees Morrison em parceria com o Blog Gestão de Departamento Jurídicos, o Comitê de Advogados Corporativos do Rio Grande do Sul - CAC/RS e a Idear Capacitação e Desenvolvimento.

Rees Morrison é renomado consultor de gestão de departamentos jurídicos nos Estados Unidos, com mais de 23 anos de experiência na área. É autor de diversos livros sobre gestão de departamentos jurídicos, em especial, com obra sobre o tema da pesquisa - benchmarks para departamentos jurídicos, além de possuir o blog Law Department Management.

Para participar da pesquisa basta acessar o seguinte link: General Counsel Metrics: Global Law Department Benchmarking

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Proposta de Constituição da Comissão de Advogados Corporativos da OAB/RS

Presidente da OAB/RS acenou positivamente para a iniciativa – que já vinha sendo discutida por outros profissionais –, destacando que será levada ao Conselho Pleno para apreciação e deliberação

O presidente da Ordem gaúcha, Claudio Lamachia, recebeu, na tarde desta quarta-feira (08), um grupo de advogados de departamento jurídicos de empresas, que está tratando da proposta de criação de uma Comissão Especial de Advocacia Corporativa.

Estavam presentes o vice-presidente da OAB/RS, Jorge Maciel; a secretária-geral adjunta, Maria Helena Dornelles; o presidente da subseção de Camaquã, Carlos Henrique Dias Brasil; o coordenador-geral da Comissão de Direitos Humanos, conselheiro seccional Ricardo Breier; o diretor administrativo do Centro de Estudos da OAB/RS (CEOAB), André Vasconcellos Chaves; diretor-tesoureiro do Instituto dos Advogados do RS (Iargs), Leonardo Lamachia; e os advogados Marcos Fraga, Ana Carolina Torres, Lucas Cassiano, Ana Amélia Abreu, Yaskara Goltz e Marcelo Bervian.

Na ocasião, os advogados argumentaram sobre a importância da criação de uma comissão neste sentido, seguindo os exemplos do Conselho Federal da OAB e das seccionais do Paraná e São Paulo. Segundo eles, os profissionais de departamento jurídicos de empresas necessitam de um fórum especifico de debates para suprir um vácuo, hoje existente, quanto ao trabalho da advocacia em empresas, grupos, corporações e entidades.

Lamachia acenou positivamente para a iniciativa – que já vinha sendo discutida por outros advogados –, destacando que existe espaço para o trabalho de uma Comissão Especial de Advocacia Corporativa, que poderá atuar de forma integrada com as demais comissões da entidade, e, ainda, com o apoio do Centro de Estudos da OAB/RS. "As propostas e ações das comissões da Ordem serão ainda mais incentivadas, através da parceria do CEOAB, que é um projeto pioneiro no País para facilitar, capacitar e aprimorar o exercício da advocacia", afirmou.

O diretor administrativo do CEOAB e incentivador da proposta, André Vasconcellos Chaves, destacou que, por meio desta comissão, será possível fomentar a atividade e convergir em ações para fortalecer os advogados no âmbito das empresas. "Temos que demonstrar em resultados e práticas que o trabalho destes profissionais é indispensável nas instituições", disse.

Segundo Lamachia, a proposta para criação da Comissão Especial de Advocacia Corporativa será levada ao Conselho Pleno da OAB/RS para apreciação e deliberação. "É uma área importante do Direito. Os gestores das empresas ainda não conhecem toda a capacidade de trabalho e econômica dos seus departamentos jurídicos, sendo possível fomentar este ramo do mercado dos advogados", ressaltou.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

OAB lança Comissão Especial da Advogado Corporativo

Em 19/10/2010, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, abriu a reunião de instalação da Comissão Especial da Advocacia Corporativa.

Na reunião, Ophir destacou o fato de o Conselho Federal da OAB contar pela primeira vez com uma Comissão desse gênero, aproximando a entidade dos profissionais da advocacia que atuam, sobretudo, nos departamentos jurídicos de empresas nacionais. "Queremos que essa Comissão construa uma ponte com esse segmento da advocacia, com um planejamento de atuação forte e visando a defender e divulgar os interesses e necessidades maiores da categoria", afirmou Ophir Cavalcante.

O presidente da OAB ressaltou, ainda, que não se tem ainda uma radiografia fidedigna de quantos são e de que forma está organizada a advocacia corporativa no País, sendo esta também uma missão da nova Comissão. "A OAB quer estar mais próxima desse segmento da advocacia, seja na defesa das prerrogativas seja na defesa de interesses que são inerentes a esse tipo de atuação, para protegê-la", acrescentou Ophir Cavalcante.

Para o inteiro teor da matéria acessar a fonte http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=20766

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Nova Era das Marcas Jurídicas


A inspiração para falar do livro A Nova Era das Marcas Jurídicas do autor Rodrigo Bertozzi, em um blog de departamentos jurídicos, surge da idéia de que não são apenas os advogados de escritórios de advocacia que precisam gerir a sua imagem e a de seu escritório, mas os advogados internos também precisam realizar uma gestão de imagem frente aos clientes internos e externos. Como postular à alta direção um aumento de recursos da área jurídica, se este departamento for considerado um mero centro de custos responsável por engavetar projetos e negócios?

Certamente, existe muito campo para o advogado interno trabalhar sua imagem dentro e fora da companhia, tal como o ditado “não basta ser, é preciso parecer”. Portanto, a gestão profissional do departamento jurídico precisa ser reconhecida pela companhia.

O livro expõe algumas maneiras, que também podem ser aproveitadas pelos advogados corporativos, para tornarem suas habilidades e seus feitos perceptíveis frente ao seu público-alvo. Uma questão importante tratada na obra é o endomarketing. Nesta área, podemos descrever uma ferramenta:

- Jornal Mural – é um meio de comunicação simples que pode ser afixado em locais visíveis onde exista maior circulação de colaboradores. Uma dica para manter o Jornal Mural ativo é eleger mensalmente um líder responsável pelo conteúdo, a fim de que a iniciativa se mantenha constante. Embora o livro não apresente exemplos práticos voltados aos departamentos jurídicos, a sua leitura gera reflexões de idéias de conteúdos que podem integrar o referido jornal, tais como destacar as novidades do jurídico, seus indicadores e as realizações de seus funcionários. Também podem ser veiculados no jornal outros assuntos variados como recomendações jurídicas estabelecidas para a companhia. A criatividade fica a critério da equipe jurídica da empresa.

Boa leitura!

Sobre o autor do livro: Rodrigo Bertozzi é MBA em Marketing - Madia Marketing School-SP. Administrador – UFPR. Autor dos livros Marketing Jurídico, A Reinvenção da Advocacia, Revolution Marketing Place, Marketing Jurídico Essencial e Advocacia: As Leis do Relacionamento com o Cliente. Articulista de diversas publicações jurídicas. Palestrante da Mission SP e IBC-SP. Sócio da Selem, Bertozzi & Consultores Associados e da Luxdere Editora Educacional.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Assuntos interessantes tratados no blog - #03

Futuro da Advocacia e Tendências - O advogado do futuro chama-se Google, Há excesso de talentos e pobreza de gestão?

Tendências do Mercado para Advogados para Departamentos Jurídicos - Fator de Estímulo ao Crescimento da Advocacia Corporativa Brasileira, Empresas de Capital de Risco contratam Diretores Jurídicos nos EUA, Estratégia de RH para Expansão Internacional da Área Jurídica

Honorários - Seis regras para evitar conflitos na cobrança de honorários.

Terceirização de Serviços Jurídicos - Qualidade: Execução Interna e Terceirização, Observações da Terceirização com Foco Restrito a Custos, Como superar a divergência de interesses entre escritórios de advocacia e departamentos jurídicos? Estímulo aos Talentos Criativos na Advocacia Corporativa, A Seleção Adversa em Departamentos Jurídicos

Aulas - Aula Implantação de Sistemas, Treinamento, Integração, Compartilhamento e Indicadores do Departamento Jurídico, Tendências dos Departamentos Jurídicos

Solicitação de Pareceres Jurídicos - Regras para Solicitão de Pareceres Jurídicos

Mensurar o Desempenho dos Terceirizados - Escritórios de advocacia são uma commodity de mercado?

Perfil do Advogado Corporativo - Departamento Jurídico em que os advogados nunca dizem não!

Modelos de Organização da Equipe Jurídica - Modelos de Organização da Equipe Jurídica

Dicas de metodologias para gestão do departamento jurídico - Para gerir o Departamento Jurídico é preciso método!, Dez Equívocos dos Gestores do Departamento Jurídico

Gestão de Contratos - Gestão de Contratos: Aplicação de Matriz de Riscos

Indicadores de Performance - Utilização de Indicadores de Performance, Utilização de Indicadores de Performance - Parte 2, Utilização de Indicadores de Performance - Parte 3

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

O advogado do futuro chama-se Google

Na década de 90, o mundo assistiu estupefato à substituição da mão-de-obra humana pela robotização nas fábricas. Um exemplo clássico dessa substituição foi a utilização, em larga escala, de robôs nas montadoras de automóveis. Entretanto, poucos advogados estão conscientes de que a atual tecnologia está, também, substituindo o trabalho intelectual.

Não precisamos de exemplos futuristas para apontar a substituição do advogado pela máquina, basta perceber que o próprio Google é a principal ferramenta para a obtenção do conhecimento jurídico bruto. Quer redigir um contrato? Digite no Google “modelo contrato” e acesse as primeiras páginas para obter o contrato desejado. Não analisei a fundo cada um dos modelos fornecidos na Internet, mas tenho certeza de que, se eles ainda são rudimentares, é questão de tempo para que, futuramente, sejam extremamente completos e complexos. Outra sugestão é acessar a Wikipédia e digitar palavras como “Mandado de Segurança”, “direito líquido e certo” e “habeas corpus”. Parece que esse advogado possui os conceitos na ponta da língua.

Há abundantes fontes de doutrina, jurisprudência e legislação, em formato textual, na Internet (e.g. Jus Navigandi), que, gradualmente, também estarão disponíveis em vídeos e podcasts, compondo uma grande e interativa biblioteca jurídica virtual facilmente acessada por todos. A respeito dessa imensidão de conhecimento jurídico virtual, é estarrecedor constatar que: tudo está disponível de graça! Ademais, descabe alegar que a Internet está restrita a poucas pessoas no Brasil, pois o custo do acesso é decrescente e, portanto, será popularizado cada vez mais.

Ademais, não há alegar proteção do advogado por monopólio de postulação em juízo, pois a tendência já sinalizada é a quebra desse privilégio em exemplos como os Juizados Especiais e a separação consensual realizada tão-somente via trâmite cartorário, sem a presença de advogado e Juiz.

Quanto ao aviltamento de honorários decorrente da tecnologia, acredito que muitos advogados leitores do presente blog já foram surpreendidos com a tentativa de depreciação de seu trabalho por expressões do tipo: isto é fácil, é só copiar e colar; ou é só fazer Ctrl+c Ctrl+v.

Qual será a saída para a classe dos advogados? A capacidade de contextualização e a criatividade jurídica assumirão a ponta dos serviços jurídicos de maior valor. Assim, aqueles advogados focados em desenvolver alta capacidade criativa e entrega de soluções jurídicas únicas aos clientes terão honorários mais altos e um futuro mais seguro do que aqueles profissionais presos a uma advocacia de fácil padronização e automatização por softwares.

Para mais informações sobre os impactos da tecnologia na advocacia, leia a entrevista de Richard Susskind à Época "Não precisamos mais de advogados". Para mais informações sobre o futuro da Internet, assista ao vídeo, em inglês, Kevin Kelly e os próximos 5.000 dias da Web.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Fator de Estímulo ao Crescimento da Advocacia Corporativa Brasileira

O crescimento da advocacia corporativa brasileira sofre um significativo impulso sempre que ocorre a abertura de capital em bolsa de valores das empresas brasileiras, pois uma companhia de capital aberto exige a criação e a profissionalização da área jurídica da empresa, a fim de proporcionar aos acionistas uma clara política de gestão de riscos jurídicos e Compliance da atividade da companhia.

A afirmação acima se deve ao fato de que o modelo de gestão do departamento jurídico exerce impacto direto sobre os resultados da companhia e, conseqüentemente, sobre o investimento dos acionistas. Por exemplo: de que adianta a empresa buscar a velocidade de entrega de produtos, se o departamento jurídico atrasa o aconselhamento técnico-jurídico de suporte às decisões da empresa? Como é possível entregar produtos melhores se estes não atendem à legislação ambiental que deve ser elucidada pelo jurídico aos gestores da empresa? Como é possível reduzir os custos de produção se o departamento jurídico não gerencia, sistematicamente, os riscos jurídicos do empreendimento e os custos jurídicos incorridos tanto na contratação da assessoria jurídica externa como na solução do passivo judicial?

Por meio dos questionamentos acima, pode-se observar que a má gestão jurídica causa o aumento dos custos e do passivo judicial com efeitos futuros incomensuráveis para a atividade empresarial. Logo, para evitar a referida má gestão, a abertura de capital das companhias brasileiras exige a criação de jurídicos internos profissionalizados, o que estimula o crescimento da advocacia corporativa brasileira.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Empresas de Capital de Risco contratam Diretores Jurídicos nos EUA

Faço um relato e comentário na presente postagem sobre uma matéria interessante que li chamada VCs Go for GCs que aponta uma tendência nos EUA.

A empresa de capital de risco (= venture capital) Sofinnova, com 1 bilhão em investimentos para gerenciar, contratou seu primeiro advogado interno. Historicamente, o setor das empresas de capital de risco não contratam advogados internos por considerá-los um custo interno desnecessário, uma vez que, segundo a cultura vigente no setor, não haveria trabalho jurídico suficiente para justificar uma eventual contratação. Nesse sentido, a lógica das empresas de capital de risco nos EUA é custos operacionais mínimos, o que significa não contratar advogados internos. Contudo, conforme os fundos de capital de risco crescem e tornam-se geograficamente mais abrangentes, a necessidade de advogados exclusivos aumenta.

Segundo Rodi Guidero, chief counsel da Velocity Interactive Group "The idea with someone like a GC is to let the investment professionals source deals and let those that can execute them go get 'em done." Assim, aos advogados fica a missão de fazer cumprir os contratos, liberando os profissionais de investimentos para negociarem seus produtos financeiros sem preocupação com a execução do que fora negociado.

O escopo de atividades dos advogados das empresas de capital de risco engloba problemas comuns como o trabalhista e o contencioso. Contudo, o foco principal da atividade está na segurança que deve ser transmitida aos investidores quando a companhia decide abrir capital ou ser adquirida. Enfim, o foco majoritário dos advogados passa a ser as transações, conforme declaração de um advogado entrevistado na matéria ora comentada.

Em virtude dos novos papéis exigidos dos advogados do setor de Venture Capital, o recrutamento direciona-se a advogados de escritórios de advocacia, pois estes já prestavam serviços para empresas do ramo e, portanto, possuem a experiência exigida para a função.

Outra questão apontada como um fator favorável à contratação de advogados internos é que estes são pagos com os lucros dos fundos de riscos, enquanto os escritórios de advocacia são remunerados com o próprio dinheiro dos fundos de investimento das Venture Capitals.

Quanto ao salário dos advogados das empresas de capital de risco, a matéria afirma que eles são remunerados, geralmente, na mesma proporção dos advogados de escritórios de advocacia, ou seja, recebem valores acima daqueles normalmente pagos pelo mercado corporativo.

Uma pergunta interessante que eu gostaria de fazer: qual é a tendência das empresas de capital de risco brasileiras? Investir na contratação de advogados internos?

Veja o artigo na integra: VCs Go for GCs.

domingo, 22 de junho de 2008

Assuntos interessantes tratados no blog - #02

Aulas - Departamento Jurídico Moderno; Aula sobre Estratégias de Relacionamento entre Escritórios de Advocacia e Departamentos Jurídicos.

Controle de Despesas - Concentração Inteligente da Despesa; Visualização dos gastos com a assessoria externa; Por que reduzir o ciclo de vida dos litígios judiciais e extrajudiciais da empresa?; Lei de Pareto: 80% da Despesa Jurídica Provém de 20% dos Problemas?.

Convergência - Riscos da redução da quantidade de escritórios de advocacia contratados; Custos de Transação com a Assessoria Jurídica Externa; Convergência e Conhecimento do Negócio do Cliente.

Comportamento - Objetivos x Comportamento: Aparente Conflito; Promova comportamentos empreendedores no departamento jurídico.; Área Jurídica, Comportamento e Objetivos.
Gestão de contratos - Mais oito idéias para aumentar a eficiência da tramitação dos contratos no departamento jurídico; Seis idéias para agilizar a tramitação dos contratos na área jurídica.; Mais Idéias para Eficiência na Gestão de Contratos.

Eficácia pessoal - Advogado multitarefa é menos produtivo.

Tomada de Preço - "Requisões de Propostas" devem mencionar horas-trabalhas ao invés do valor de honorários?; Teleconferência nas Requisições de Propostas (RDPs); "Licitações": Observações sobre Requisição de Propostas do Departamento Jurídico para os Escritórios de Advocacia.

Risco Judicial - Mapeamento do Risco Judicial e Provisionamento.

Melhores práticas - Pró-atividade nas Análises de Atualizações Legislativas; Contencioso Trabalhista e Dificuldade para Arrolamento de Testemunha; Atuação Preventiva e Pró-ativa: Criação de Comitês Internos; Emissão de Relatórios da Área Jurídica; Código de Ética da Elevadores Otis Ltda.

Trabalho quase-jurídico - Identificação do Trabalho Quase Jurídico; Trabalho Quase Jurídico.

Satisfação do cliente - Insatisfações do Departamento Jurídico com a Assessoria Externa .

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Assuntos interessantes tratados do blog - #01


Terceirização - 1) Outsorcing de Serviços Jurídicos; 2) Executar por conta própria ou terceirizar os serviços jurídicos?; 3) Empresas adotam offshore de serviços jurídicos.; 4) Profissionalização da Terceirização de Serviços Jurídicos;

Commodity Jurídica - Para entender o conceito e a importância das commodities jurídicas para os departamentos jurídicos: 1) "Commodity Jurídica" e Departamentos Jurídicos; 2) As “commodities jurídicas” são cruciais para o sucesso do negócio;

Gestão do Conhecimento - Fiz uma referência sobre metodologia da gestão do conhecimento em departamentos jurídicos: O seu departamento jurídico possui gestão do conhecimento?.

Contratação de Escritórios - 1) Os grandes escritórios estão em extinção?; 2) Como os departamentos jurídicos contratam a assessoria jurídica externa?;

segunda-feira, 24 de março de 2008

Blog Gestão de Departamento Jurídico citado no Law Department Management

É com imensa satisfação que comunicamos a referência do blog “Gestão de Departamento Jurídico” realizada no blog “Law Department Management” pelo autor Rees W. Morrison em seu post Rees Morrison’s Morsels #68 – additions to earlier posts.

O “Law Department Management” é fonte de informação e de inspiração para os escritos do presente blog, uma vez que o conteúdo daquele é de alta qualidade e de pertinência para o assunto gestão de departamentos jurídicos.

Ademais, o autor Rees W. Morrison é consultor há mais de 20 anos na área de departamentos jurídicos, bem como realizou inúmeras consultorias para departamentos jurídicos de grandes empresas. O mencionado consultor possui currículo invejável.

Por tais razões, é uma honra ser citado no blog n.º 1 sobre gestão de departamento jurídico.

Agradecemos a referência.